Estampa que pra quem não sabe é o xadrez nas suas mil formas, diga-se.
E o slideshow fall 2009, curtinho, mas bitiinho, aqui, ó.
Estampa que pra quem não sabe é o xadrez nas suas mil formas, diga-se.
E o slideshow fall 2009, curtinho, mas bitiinho, aqui, ó.
Eu sei que eu tinha prometido voltar a pilotar o blog hoje, mas por um destes imprevistos da vida (the good kind, thank God!) só volto no dia 09 de novembro, ou seja, daqui a pouquinho.
Até o final de outubro os posts estão garantidos… já os do comecinho de novembro… aí eu não garanto for sure nada, não. Na verdade vou ter que dar uma rebolada pra me virar nessa já que desta data em diante não deixei nada agendado. Vou ter que ver se tem algo pronto ou quase pronto pra usar na seção de drafts.
Mas enfim, se a fonte secar nos primeiros dias de novembro, já sabem o que aconteceu.
Portanto, inté breve.
Câmbio, desligo.
E se quiser saber, dê uma lidinha nesta matéria aqui. Só adianto que conta com os famosos maus hábitos, jejuns prolongados, pouca ingestão de água e claro, o corte de refeições. Mais? Só lá.
E aqui ainda tem um outro papo sobre os 21 escorregões que explicariam o porquê de não se conseguir emagrecer.
Como o tempo anda meio undecided apesar de já estarmos na primavera… um look freddo procês.
Se quiser desenterrar a sua parka do armário, eis uma maneira bem da hora de usá-la: com uma calça jeans, chino ou de veludo cotelê por exemplo, com uma camisa xadrez (a tal da estação) por fora da calça mais um cardi por cima (pode ser zipado ou de botão) e there you go.
Nos pés, além de um sapato assim, poderia usar uma bota, um abotinado, tênis mil (inclusive um de cano alto por fora da calça), um docksider, um sapato de camurça… enfim, uma penca de opções.
E se preferir, pode substituir o cardi por um suéter fechado, um sweater vest ou um colete (desde que não seja um puffy já que a parka é volumosa).
E por falar na parka… se for apostar em algo com pele (real ou fake e espero que seja fake indeed), no detalhe assim tende a funcionar melhor do que apostar em algo todo de, se quiser os meus dois cents na questão.
E nem preciso dizer que tudo dentro deve estar com o fit em dia pra não volumizar nada.
Foto: Saks.
Até que rola, mas nestas proporções. Tipo, que a camisa não ultrapasse o limite do paletó (o da foto é cropped = mais curto, o que eu acho que num look assim cai bem e descola) e que ela seja slim pra não balãozar nada.
O colarinho poderia ficar mais abertinho desde que igualmente por dentro do paletó. Mas gostei do arremate “abri o colarinho, pero no mucho“. E recomendaria para outras montadas as well.
Não usaria gravata nessa, não.
P.S.: Limpando o meu arquivo de fotos fiquei com a impressão de que ainda não tinha postado este look, portanto, ei-lo.
Ambas. É claro que vez ou outra, por motivos de modismos uma opção fica mais IN do que a outra, mas via de regra ambas são opções clássicas. E o martelo entre uma e outra deveria ser batido não porque está na moda, mas porque favorece melhor a silhueta do usuário. É nisso que o foco tem que estar. Lembrando que um paletó de dois botões tende a ser mais democrático, já o de três favorece mais quem é bem alto, por uma questão de escala/proporção. Mais à frente (aka num post futuro) eu explico melhor esta história…
Continuando… No caso do paletó de um smoking/tuxedo, saiba que a opção mais formal e a mais clássica é a de um botão somente. A de 2 é considerada uma possível alternativa ao de 1 botão, igualmente atemporal. Já a de 3 botões é basicamente uma opção contemporânea e não uma das melhores, já que costuma tirar o charme do contraste do claro da camisa com o escuro do tux e da gravata, já que deixa muito pouco da camisa à mostra. Além do que, rifa bastante da imponência e do charme (aka the James Bond factor) do outfit, IMHO.
E sim, em relação ao smoking, um paletó de abotoamento duplo é igualmente uma opção clássica. Já para um terno… not so much. Aliás, em qualquer dos casos, um abotoamento duplo é sempre delicado porque além de não ser dos mais democráticos pede um fit impecável. Na dúvida, em qualquer dos casos, aposte num de abotoamento simples que dá mais certo.
Mais links sobre esta história aqui (que é um outro papo sobre este tema) e aqui papo sobre quais botões abotoar. Aqui tem ainda um papo sobre tudo o que você deveria saber sobre ternos com um monte de links no final do texto que altamente recomendo ler.
Só pra relembrar que algo assim continua valendo. A jaqueta/blazer (híbrido dos dois) é de nylon, o que também é uma opção pra suas casualizadas diurnas ou noturnas e pra quem não curte muito (ou quer uma alternativa para) a manjada jaqueta de couro.
E se colocar as suas mãos num suéter zipado com a gola por dentro assim de cor, aproveite pra mostrá-la, ora. Vai esconder pra quê? Só vale esconder se for uma cor inimiga, mas se for amiga… show it!
Ah, e uma calça jeans escura (sim, é calça jeans) e com feeling de calça arrumadinha mais do que esportiva garante sempre um upgrade na montada.
E uma última relembrada sobre layered looks: nessa é importante que todas as peças estejam com o fit em dia pra funcionar redondinho (dar uma refinada nele) sem arredondar ninguém. Aliás, quem já tem volume aposte em camadas mais finas, quem quer adicionar uns quilinhos visuais, não descuide do fit, não, mas neste caso pode investir em peças ou numa peça somente com um tecido mais encorpado, bulky pra dar uma “volumizada” na silhueta sem dançar nessa.
Fotos: Neiman Marcus.
E por baixo de um blazer descontraído com mangas repuxadas (obviously!) e calças slim cropped and cuffed e nos pés mocs sans meia? Bom, pelo menos foi essa a proposta da Hermès, que eu confesso acho que pode até descolar o look no cara certo.
Foto: Hermès SS 2010, coleção aliás, que eu adorei.
Foi por lá que ele registrou e comentou o que viu de melhor off the runway e você pode conferir o slideshow dando um pulinho aqui.
A letra D, of course.
Agora, rapazes eu não tenho nada contra look skatista algum. Só acho que há momentos e momentos para usá-lo literalmente. Você não vai à uma festa com a mesma roupa (mesmo que não seja a mesma, mesma, mas no mood dela, eu diria) que aterroriza com o seu skate nas rampas da cidade durante o dia, né? Quando a gente vai para uma festa/balada, mesmo que seja superinformal, do tipo que pede o mais informal dos trajes, o esporte (que, diga-se, é o mínimo esperado para um evento noturno que não ateste traje nenhum, a não ser que seja uma festa temática que permita a licença, algo na praia ou um gathering popular destes, como alguns shows em estádio ou uma partida de futebol e afins), é de bom tom dar um upgrade no visu, modular o look pra ocasião e horário, né? Afinal de contas é uma balada, for Christ’s sake!
E claro que você pode dar o toque skater ao seu look balada casual/informal noturno, mas da forma certa e não da errada. O que em outras palavras quer dizer: se usar bermudas/calças oversized faz parte da sua tribo, então aposte numa calça oversized com uma camiseta que tenha a ver com o skate world como uma vintage do Tony Hawk ou uma contemporânea do tipo, um tênis street de uma brand amada pelos skatistas e não um de ginástica/esporte genérico destes e voilà, you are ready to go.
Há outras opções como usar até um jeans mais fitted com alguma customização skatista, ou usar uma camisa divertida de uma daquelas marcas de skatistas com o combo, enfim, o que não faltam são possibilidades totally doable pra traduzir pra noite o seu look de skateiro despojado e informalzão. É claro que nem sempre vai dar para dar este ou aquele toque, mas quando der e você quiser, be smart about it e não um trouxa destes.
E aposte nestes truques para ficar em paz com a sua:
Fonte: Corpo a Corpo.
Se quiser entender melhor certas nomenclaturas quando o assunto for meio-ambiente e planeta sustentável, dê uma passadinha por aqui, também conhecido como o glossário do Planeta Sustentável. Por lá você vai ficar sabendo o que é um alimento transgênico, o que sustentabilidade stands for e do que se trata o Pacto Global dentre outras coisas.
Se claro, quiser ficar por dentro destas coisas.
Apesar “d’eu” já ter falado e postado até um por aí a respeito, arremato com um vídeo sobre o tema, do tipo ver para crer.
E apesar de ser um closet feminino, vale as dicas que você confere aqui, para o masculino também.
Ele está em inglês, mas dá pra entender na base do vendo.
Papo que você pode conferir aqui. E ainda por aqui, você pode ficar sabendo sobre outras coisas a respeito dos diamantes, como a diferença entre diamante e brilhante, de onde eles vêm, a diferença de um certificado e um não-certificado, como saber a medida certa do anel… enfim estas coisinhas.
E apesar da tradução meio assim-assim (gringo-like), aqui você encontra um papo sobre os cuts.
E nem adianta me perguntar qual eu acho melhor. O melhor é aquele que cairá como uma luva na mão da pessoa amada. Portanto, tire dela as suas clues para escolher o anel perfeito, pois está nela o segredo do sucesso e não em moi.
Saibam que: a largura da lapela se escalona com a largura da gravata. Ou seja, lapela larga pede uma gravata mais substancial, mais larguinha. Já se for mais fina, uma gravata igualmente mais fina (aka skinny) cai melhor.
Colarinho mais aberto (as pontas da gola do colarinho estão mais distantes uma da outra), pede um nó mais substancial, um colarinho mais fechado (as pontas da gola do colarinho estão mais próximas), um menos gorducho. Dito isso, o nó depende do nó escolhido, mas sobretudo da espessura e do tecido da gravata. Portanto, levem ambos em consideração, pois mesmo um full windsor numa skinny não vai ser assim tão substancial, não é mesmo?
E por falar em colarinho mais aberto… diz-se que os mais abertos são mais formais do que os mais fechados, mas isso é meramente um detalhe porque na hora de escolher o seu, é melhor levar em consideração o seu rosto e e pescoço. Se tiver um pescoço curto opte por um colarinho tradicional e pontudo, rasteirinho e não alto. Se tiver pescoço longo, pode apostar num mais aberto e até no altão.
Se o o seu rosto for redondo, a melhor aposta é num pontudo tradicional, já se for um rosto fino e/ou longo, um aberto pode ser uma escolha melhor. Ou seja, se quiser alargar o seu rosto, aberto. Se quiser afinar e alongar, um pontudo tradicional.
E que o nó escolhido nunca chegue a um overpower you. Ou seja, nunca deixe o nó ser maior do que o seu rosto ou pescoço ou mesmo a sua silhueta. E nem tampouco maior do que o colarinho. Por exemplo, aqueles tiny, diminutos não comportariam um nó proeminente a ponto de ficar maior do que ele.
Agora, dito tudo isso, não quer dizer que em alguns casos quebrar a regra slightly não vá funcionar. It might. Mas se não quiser errar, é nesta proporção que deve fazer o seu all-in.
Entendido?
E se quiser ver melhor as fotos, clique nelas.
Bom, como todos por aqui já devem saber, esta é definitivamente uma arte(?) que eu não “domino”. Portanto, deixarei este link aqui dar o recado nessa.
Se quiserem saber um pouquinho mais sobre a depilação masculina na sua porção comportamental eu diria, confiram aqui o papo com uma depiladora chilena que trabalha em São Paulo.
E bom fim de semana pra todos!