Arquivo para a Etiqueta e Boas Maneiras categoria

Por aí: 5 sinais de que você deve ficar em casa e não ir trabalhar

Postado em Etiqueta e Boas Maneiras, Saúde e Bem-Estar em Novembro 10, 2009 por Diandra Fernandes

Sinais de verdade e não de ficção, tá bom? Do tipo, doença imaginária não conta. Sinais que você vai encontrar nesta listinha aqui. Listinha esta que conta com os primeiros sinais de uma gripe quando começa a sentir a garganta e o nariz (fase aliás, das mais contagiosas), conjuntivite (passa pros outros que é uma beleza…, aliás, se tiver com qualquer doença contagiosa, ficar em casa é sempre a melhor opção, regardless), dor nas costas daquelas (já que pode ser agravada), crise de sinusite e ainda, se estiver tomando algum medicamento que prejudique a sua performance no trabalho.

Essas sim são boas razões pra ficar em casa.

Por aí: 20 dicas pra não pisar na bola no quesito etiqueta

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí em Setembro 23, 2009 por Diandra Fernandes

Que são estas aqui ó. E sinto lhe informar que você muito provavelmente já pisou na bola nessa, se por exemplo beijou alguém gripado, ficou de pilequinho em festa ou furou alguma fila.

Pra saber se já deu uma outra mancada, só passando por lá pra saber.

Dez coisas pra evitar no trabalho/escritório

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras em Setembro 17, 2009 por Diandra Fernandes

Que são as seguintes:

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  1. Não ser um chefe pra baixo.
  2. Não esquentar peixe no microondas (peixe e outras comidinhas que deixem o mesmo rastro de cheirinho desagradável como pipoca de manteiga ou queijo).
  3. Mesmo que o seu pé esteja em chamas, ficar descalço não é uma opção. Well, talvez se ele de fato e de direito pegar fogo, aí passe. Fora isso, nope!
  4. Não colocar ring tones no seu cel que encham o saco. Neste caso o melhor é deixar no vibrating mode quando no escritório. E não pense que o seu é superdescolado e por isso todo mundo vai curtir igualmente a você etc e tal porque muito provavelmente não é o caso e se for, unanimidade é que não será. A não ser é claro que o seu seja igualzinho ao meu super ring tune que é da Wonder Woman, este sim uma verdadeira e irrefutável unanimidade. Ufa! Ah, e quando ocupado, desligue o próprio, né?
  5. Não (over)decorar o seu workspace com coisinhas como Smiley Faces.
  6. Não ser o BFF (best friend’s forever) do chefinho porque pega mal com os seus co-workers.
  7. Nada de ler os seus e-mails em voz alta, nem de cunho profissional e muito menos os pessoais, com ou sem indecências.
  8. Nada de cortar as unhas no trabalho, né?
  9. E nem pensar em dar uma surrupiada na comida alheia.
  10. Nada de música ambiente. Se quiser ouvir uma musiquinha, recorra aos MP3 ou 4 com seus devidos fones de ouvido e num volume que somente você vá curtir for sure.
  11. E umazinha bônus que está no link desta matéria: se for participar de uma vídeo-conferência… saiba que o trono do banheiro não é uma boa opção, não. 

Via: Yahoo Finance - e por lá você fica sabendo mais a respeito de cada item.

A Quickie: A cruzada de pernas masculina

Postado em Etiqueta e Boas Maneiras, Quick Tips em Setembro 3, 2009 por Diandra Fernandes

Quando o assunto for cruzada de pernas masculina… saibam que:

E não reclamem e nem tirem sarro do meu modelo: ou era ele ou então o ex-presidente americano George W Bush, tá bom?

E não reclamem e nem tirem sarro do meu modelo: ou era ele ou então o ex-presidente americano George W Bush, tá bom?

A cruzada de pernas acima é a mais recomendada, porque ela trafega melhor nas diversas culturas já que em algumas partes do nosso mundão é de “mau gosto” mostrar a sola do sapato. É claro que seria melhor ter um modelo ilustrando a dita cruzada um tanto quanto mais coberto, coisa e tal, mas por favor, esqueçam este detalhe e atentem para a cruzada de pernas que é o que importa, sim?

Dito isso, para aqueles que acham a cruzada lady-like demais (aliás, um dos muitos nickies do meu gato Lolo (now it is 13 and counting) é Lady Lu (ou Lulu) porque quando ele deita, ele cruza como uma lady as patinhas da frente… Diandra, pra quê que você está contando isso, definitely not helping, dear!), mas enfim, relinkando ao pensamento anterior… tem ainda a opção de um meio termo, onde a batata da perna cruzada fica no joelho/coxa da perna em pé, bem como na foto abaixo:

Só não esqueçam de apontar a ponta do pé e a sola pra baixo, como o JoBro acima esqueceu de fazer.

Só não esqueçam de apontar a ponta do pé e a sola pra baixo, como o JoBro acima esqueceu de fazer.

Dito isso, se no seu neck of the woods não há restrições e maldições em relação à sola do calçado, a cruzada de cima do jeito que está is totally doable. Se bem que assim mesmo eu recomendaria apontar a sola pra baixo. Fica mais elegante visualmente falando. 

Mas enfim, o que não é lá muito legal é cruzar as pernas com elas muito separadas, do tipo com o tornozelo no joelho/coxa da outra, bem como na foto abaixo: 

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Por quê? Porque um gap gigante destes não é lá muito elegante de se ver, moçoilos. Fica espaçoso demais. E um meio termo nessa é sempre mais bem-vindo. 

É claro que num ambiente informal ou non business a cruzada de perna “errada” não vai causar auê nenhum, mas enfim, papo batido.

Now you know quem está mais certo e quem está mais errado nessa, não??

Now you know quem está mais certo e quem está mais errado nessa, não??

Ah, e se não lhe apetecer nenhuma das cruzadas recomendadas, simplesmente não cruze as pernas. Taí algo que não é exatamente necessário.

Por aí: Etiqueta Internacional Business Way

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí em Setembro 3, 2009 por Diandra Fernandes

E pra saber no que se ligar, dê uma passadinha aqui.

Eu penso assim: sempre que alguém for a um encontro de negócios ou pra fazer algum negócio importante com um estrangeiro ou com uma empresa estrangeira, é bom dar uma pesquisada na cultura de onde ele/ela é, porque tem um monte de coisas que não pegam bem nessa hora, é considerado falta de educação, é visto como um indício de mau agouro e coisas do tipo. E como tudo isso varia de lugar pra lugar, fazer o homework é sempre a melhor maneira de assegurar que não vai pisar nesta bola que pode muito bem acabar custando muito caro ou pesando super contra você na balança.

O mesmo vale pra entrevista de emprego.

Portanto, always do your homework nessa!  Se claro quiser o emprego ou fechar o negócio, né? Porque isso não só demonstra respeito para com o outro e a sua cultura como também o seu grau de interesse pelo negócio e por coisas como esta que contam pontos valiosos, sempre. Sem contar que atesta que você está não só por dentro da cultura em questão, mas das engrenagens do business world e que sabe muito bem how to play this game.

E no link acima tem ótimos pontos a se seguir como evitar tocar os outros, invadir o espaço da pessoa, não chegar atrasado nunquinha, enfim essas coisas (até óbvias) que pegam supermal. E ainda incluiria o cruzar as pernas. Em algums culturas é mau agouro ou falta de educação mostrar a sola do pé. Se for cruzar, cruze como uma lady (ué, se o Capitão Kirk cruza assim, por que não você?) ou aponte a sola pra baixo nunca pra cima ou de alguma maneira que dê na vista.

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Aliás, later today sobe post a respeito das cruzadas de pernas masculinas, tá? E sem chiliques até lá. No mais: Live long and prosper!

Por aqui: Fazendo o pedido por ela?

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aqui em Agosto 24, 2009 por Diandra Fernandes

Neste post aqui onde há um link para umas 10 atitudes pra lá de cavalheirescas, no que diz respeito a fazer o pedido pela sua acompanhante quando num restaurante… só pra deixar bem claro, isso quer dizer simplesmente que você vai perguntar a ela o que ela escolheu e uma vez de posse da informação, fica com você a tarefa de comunicar ao garçom tanto o seu pedido quanto o dela. Não é pra você escolher por ela o que ela vai comer, OK?

Se você conhecer o restaurante e os seus petiscos e quiser até sugerir algo pra ela, pode, sem problema, mas saiba que fica a critério dela aceitar ou não a sua sugestão.

Por aí: 10 atitudes cavalheirescas

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí em Agosto 13, 2009 por Diandra Fernandes

E as próprias você confere lá no Terra. Lembrando que ser cavalheiro e adotar estas e outras atitudes vão só adicionar, contar pontos num mundo tão vazio de cortesias.

E se quiser o meu conselho: exercite o cavalheiro que existe em você, sempre. Nós mulheres adoramos e sentimos falta disso sim ao contrário do que muitos de vocês pensam. Aliás, vocês não fazem é ideia de quanto a gente gosta… Se fizessem não teriam minado com a maioria deles. Mesmo porque mulher gosta de ser tratada como mulher e não como homem. Eu pelo menos gosto, e pra mim achar que igualdade é tratar mulher como homem, sendo esta a maneira de equiparar ambos é atitude das mais machistas, e pior compartilhada por um monte de mulheres que acham que são as novas-feministas in action.

Por aí: Dez coisas que você precisa saber sobre o e-mail

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí em Agosto 5, 2009 por Diandra Fernandes

E as dicas, bem relevantes, você encontra aqui. De lá eu ressalto o uso indevido dos e-mails da empresa e digo que Caro e Prezado Fulano de Tal podem e devem ser usados sim, principalmente em e-mails corporativos. No caso de uma comunicação mais informal ou de buddy pra buddy o Oi ou Olá podem (e devem) ser usados, instead.

Aliás sobre e-mails, uma coisa que eu faço a respeito é ter um específico pra determinadas áreas da minha vida. Por exemplo: eu tenho um e-mail pessoal onde eu papeio com familiares e amigos, tenho um e-mail business que é onde eu trato da minha vida de PS (Personal Stylist) e desde que eu passei a blogar, criei um e-mail especificamente pra essa vida virtual. E não, não me dá mais trabalho, só me ajuda a me situar melhor nos diferentes meios, que são de fato, diferentes.

Momento papo-furado: Os maus modos que reinam nos reality shows e a seguir, um momento desabafo, porque o negócio foi feio!

Postado em Etiqueta e Boas Maneiras em Julho 28, 2009 por Diandra Fernandes

Olha, se tem uma coisa que me deixa pasma quando me ponho a ver certos reality shows é a abundância de maus modos dos participantes. Total falta de uma mera base de uma simplésima boa educação. Mera. E aí não estou nem medindo nada com padrões de realeza nenhuma e sim na base simples do puro respeito para com o outro ou para com a atividade que se esteja fazendo. Aliás, as regrinhas de etiqueta foram criadas justamente pra fazer o convívio entre pessoas o melhor possível e não pra restringir ninguém num padrão de tortura mental e postural qualquer. Por isso, sobretudo num ambiente recheado de gente é bom se atentar a elas.

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E como em realities como o BBB e A fazenda (acho que os animais são muito mais bem educados e civilizados do que a turminha deste campo, não? Nooossaaa!) o que não faltam são maus exemplos neste quesito, vou me basear no que de pior vejo neles pra dar uma corrigida básica. Então, vamos aos deslizes que me veem a mente no momento:

  • Gente, comer de boca aberta não rola, né?
  • Mastigar chiclete com a mesma boca aberta idem. Ficar vendo alguém ruminando de boca abertona é dose. Aliás, acho que a vaca rumina com muito mais educação. Depois ela é que a vaca e nós é que somos os humanos.
  • Deixar o chiclete colado ou jogado por aí ibdem ibdem.
  • Voltando aos hábitos de comer: a postura é algo super importante. Não fique debruçado no prato.
  • Se for usuário de chapéu ou boné, na hora de sentar à mesa, tire-o, né? Pra mim isso é o mínimo-necessário no quesito etiqueta de chapéus e afins que se pode fazer e manter.
  • Pra saber como comer direito, tipo como usar os talheres, passadinha aqui (aqui ainda dá pra encontrar outros papos), já que pela média geral dos participantes destes programas taí uma coisa que não sabem fazer mesmo. 
  • No convívio em grupo onde o espaço será dividido, respeite o espaço do outro.
  • Se alguém estiver dormindo, silêncio. Se quiser fazer barulho, faça em outro lugar bem longe do sono alheio.
  • Sujou, limpou e imediatamente não quando der ou bem-quiser. E isso vale pra louça de cozinha, banheiro etc e tal, depois de usado.
  • Sabe o chuveiro? Não é lugar pra fazer xixi. Nem nele e nem na piscina. Existe mictório ou vaso sanitário pra isso, dude. E recolha o cabelo que sempre cai na hora do banho na boca do ralo.
  • Se tarefas foram dividas, faça a sua na boa e na hora determinada.
  • Não utilize as coisas como se só você existisse no mundo. Se é do tipo que demora no banho, ou tome um mais rápido ou seja você o último na linha ou então tome banho na hora que ninguém quiser fazê-lo. E que isso valha pra todo o resto. Em resumo: não deixe que quem você é interfira negativamente na dinâmica de convivência de um grupo.
  • Quanto aos barracos… bom, qualquer pessoa que já viveu com um bom número de pessoas debaixo de um mesmo teto (coisa que eu já fiz) sabe que rusgas são inevitáveis porque conviver com o outro não é tarefa das mais fáceis. Ainda mais com um bando de desconhecidos (meu caso também). O melhor a fazer quando tiver que enfrentar uma  experiência de viver em grupo é acionar o botão da tolerância in full force, não medir ninguém pelos seus parâmetros, procurar resolver na boa os eventuais problemas que tiver com alguém (fale numa boa e não em tom condenatório ou na base da cabeça quente) no ato (ou o mais breve possível quando a cabeça estiver esfriado) que algo te incomodar e tentar encarar a situação com a mente aberta, do tipo que vai lá pra aprender algo, pra acrescentar e não pra subtrair. Porque sempre se tem algo pra aprender no matter what. O que é sempre muito bom. Basta dar uma chance para a experiência.
  • E quando o barraco se formar, não coloque mais lenha na fogueira. Jogue terra nele. Pra efeitos de TV eles até valem a jogada de querosene, mas pra nossa vida diária é estresse que pode e deve ser contido asap.
  • Dar um Bom-Dia e Bom-Noite pra todos é sempre uma boa. E se desculpar quando pisar na bola idem.

Momento desabafo e dos longos: Teria ainda muito provavelmente outros pontos a cobrir, mas como foram estes que me ocorreram no momento e tendo em mente que eu estava preparando os posts pra entrarem quando eu estivesse de férias (que vem a ser o caso no momento) no meio de uma intermitência dos infernos do meu serviço de Internet que é Virtua, ficarei por aqui. Aliás, vocês não fazem ideia do trabalho que deu terminar de escrever, colocar fotos e revisar os posts pra entrarem na minha ausência num esquema infernal de on and offline constante. Foi de lascar. Isso sem falar no saco federal que é querer fazer as coisas sendo boicotada a cada não sei quantos minutos. Mas enfim, job was done! Apesar do Virtua.

Aliás, vocês não fazem ideia também da epopeia que foi encontrar o tal problema causador da intermitência. Um dia eu conto a saga, cortesia do “padrão Globo de qualidade” as usual. Só digo que demororu 1 mês, 8 visitas técnicas (a maioria inúteis) à minha casa (uma durou 4 horas e umas 3 outras 2h, estas longas sempre sem sucesso), 3 reclamações na Ouvidoria (sendo 2 delas contra a própria Ouvidoria e a postura equivocada de tratar o caso em um monte de quesitos, o que muito provavelmente se deve a enxurrada de reclamações que anda recebendo ou incompetência crônica, vai saber), 2 na Anatel (a segunda foi por eu ter descoberto que eles atestaram por lá que o problema tinha sido resolvido sem nem me perguntar, o que não tinha ocorrido, diga-se. Ou seja, fizeram isso pelas minhas costas, e sem ter certeza absoluta se o problema tinha sido de fato solucionado, o que não foi, dentre outras coisinhas).

Ufa! Acabei contando tudo. Ou quase tudo.

Ah, e só pra constar e colocar a cereja neste bolo mais do que azedo: o problema era externo (descoberto somente na quarta visita), não era na minha casa. E porque eles só descobriram na quarta visita e antes tinham feito um monte de modificações no meu amplificador e conexões da casa, demoraram 4 outras visitas pra acertar a mão com o sinal consertado. E só acertaram a mão porque a equipe responsável pelo amplificador (os experts que eu tinha pedido encarecidamente para a Ouvidoria por volta da terceira visita e não fui atendida) veio na oitava e somente na oitava visita desfazer todos os equívocos. 

Agora, como o problema era externo, ele deveria ter sido descoberto lá no meu primeiro telefonema reclamando da situação se o conceito de externo da empresa não se limitasse a checar se na área o sistema não caiu ou se encontra com algum problema, não individualmente, mas como um todo somente. E depois disso, assumir automaticamente e beyond any reasonable doubt que é na casa do cliente e pronto. Aí, talvez eu só tivesse pecisado de uma ou duas visitas tops, não 8. E alguns dias pra ter o problema resolvido, não um longo e penoso mês.

Lovely, no?

E só pra colocar um pouquinho de chantilly na cereja… eu fiz este adendo ao post via conexão wireless em algum lugar do planeta Terra and guess what? Não é que ela é tão ou até mais rápida do que a minha conexão Mega Banda Larga do Virtua? A gente está super bem servido nesta área, não?

O mais irônico nisso tudo é que a Globo em programas como o Fantástico e o RJ TV por exemplo, vive apontando o rabo de empresas que desrespeitam os consumidores e cometem atrocidades nos seus serviços, mas pro rabo dela mesmo que é gigante, ela faz vista grossa. Agora me digam: que moral tem uma empresa destas pra apontar os defeitos dos outros? E por que ela não estampa em letras garrafais lá na primeira página da Globo.com os problemas de Internet provocados por ela (parece que é campeã de reclamações na justiça ou algo próximo disso no Rio no momento), se no caso Speedy ela deu um superdestaque para a notícia?

E por falar nisso… quem trocou o Speedy pelo Virtua achando que o inferno iria terminar… think again: você só trocou um inferno por outro, dude. E logo, logo reality will bite. And harder. Porque uma epopeia destas não é uma exceção, é regra por lá. Palavra de uma cliente Virtua (e sou ainda por falta de alternativas, já que no meu bairro só tenho esta como opção de Mega Banda Larga) desde o começo.

E se eu contasse todos os problemas que tive e tenho… só digo que este ano que está no meio, esta é a segunda vez que tenho que recorrer à Ouvidoria da NET (primeira foi pela TV a cabo e confusões mil) e só recorro a ela quando o problema extrapola os limites da minha paciência, que até costuma ser a de Jó; que durante muito tempo a empresa em questão atestava que intermitência era parte do pacote de uma Banda Larga just because, o que só é verdade se a empresa não souber o que está fazendo, porque se sabe, é uma coisa que só acontece uma vez ou outra muito raramente e não com certa frequência; que uma vez deixou um técnico duas horas na minha casa e só depois que ele tentou de um tudo, foi descoberto que o problema era externo e não era nem na minha rua, nem no meu bairro e nem na minha cidade, era em São Paulo; que quando instalou a fiação nova que dizia que teria que instalar, acabou detonando a fiação de um outro serviço de TV por assinatura meu no processo, a Direct TV; mesma empresa que lá atrás cometeu um erro grosseiro e primário de deixar de fora certos ips na hora da configuração não me permitindo acessar certos sites por causa disso sem se dar a menor conta do deslize por dias a fio mesmo após a minha reclamação. Só descobriram porque eu achei estranho uns sites entrarem e outros não (e não eram poucos), então fiz o teste em outro tipo de conexão e voilà. Até então eles estavam culpando os sites pelo problema (que é claro que eu sei que acontece, mas não por um tempo tão longo e com todos os mesmos), pois eles é que deveriam estar fora do ar. Taí um problema recorrente por lá: eles sempre acham que o problema não é com eles, é o acaso, a natureza das coisas, é na casa do cliente… Claro, eles são a Globo, e por causa disso não cometem erros, mesmo porque primam pelo mais alto padrão de qualidade em tudo o que fazem. Assim, como é que o problema será com eles?

Aliás, escrevendo isso o que me veio imediatamente à cabeça foram as transmissões esportivas de TV da própria, onde pra quem transmite (e como eu gosto de corridas, serão estas que usarei), piloto brasileiro nunca erra, se faz besteira foi acidente de corrida, mas se fazem com ele a mesma coisa, foi atrocidade passível de punição, se perde é porque foi brutalmente sacaneado e somente por isso senão venceria com os dois pés nas costas, porque piloto brasileiro é perfeito e se não vence é pelo acaso, pela falta de sorte (que aliás, cada um é responsável pela sua e não o destino), por injustiça divina, por tudo, menos pelos seus próprios shortcomings, porque piloto brasileiro não tem nenhum. 

Aliás, neste último longo problema que eu tive, a única com a razão sobre as coisas relevantes fui eu. E o tempo todo. Eu, uma leiga e com crachá de morônica nestes assuntos. E eu não estou brincando. E isso só mostra o despreparo da empresa pra lidar com certos problemas. Porque no mundo, as coisas raramente são preto no branco. Além disso, uma empresa totalmente segmentada, que não conversa entre si, que manda os técnicos fazerem visitas às escuras (sem informar do problema ou histórico, se tiver), que treina supermal em todos os níveis desde os seus técnicos até os atendentes no Call-Center e na Ouvidoria (que não me foi útil em nada, muito pelo contrário neste caso, só causou mais problemas), e que na minha opinião se deve por uma total falta de domínio da tecnologia que vende em pacotes mil, não pode oferecer serviço nenhum de qualidade.

E se quiserem me dar uma mãozinha nessa… sempre que tiverem problema, reclamem com a empresa, da empresa, pra Anatel, pro Ministro das Telecomunicações, se for preciso até pro Papa, mas reclamem. E não deixem barato. Peçam compensação. Porque de repente 10 reais pode não parecer nada, mas imagina se todo mundo que reclamar tirar 10 contos da empresa? Periga até de dar um preju na casa dos 7 números. Aí, a ficha da empresa vai ter que cair porque por A mais B vai acabar chegando a conclusão que andar na linha compensa mais do que pisar na bola, já que pra essas coisas ela é bem esperta. É aquela velha história de when money talks, then people walk.

Mas enfim, chega deste papo. Só quero registrar que por causa deste hell on earth, eu muito provavelmente deixei passar mais do que o normal as famosas pisadas na bola (aka mistakes) que acabaram passando porque o negócio foi insuportável e inviável, o que dificultou pacas a revisão dos posts, o que fiz num speed absurdo. Portanto, sorry for them. E se por algum acaso depararem com algo estranho ou que não bate ou faz sentido, me avisem, porque mesmo de férias, vez ou outra eu dou uma olhada pra ver se os posts estão entrando e pra soltar os comentários de vocês.

Aliás, foi justamente por isso que eu vou ficar devendo alguns posts que eu pretendia incluir no rol dos que seriam publicados enquanto de férias. Na volta, hopefully, com o meu modem funcionando spotless, eu darei conta deles.

Inté, pois.

Video Session: Facebook Manners

Postado em Etiqueta e Boas Maneiras, Just for Fun! em Julho 10, 2009 por Diandra Fernandes

Porque como pra se navegar na Internet é sempre bom ter algumas coisas em mente, dê uma olhada neste vídeo sobre uma boa maneira de encarar a sua estadia num site como o Facebook, My Space, Orkut ou whatever.

Se eu faço parte de alguma destas social networks? Talvez sim, talvez não, who knows?

Sobre Atrasos e Cancelamentos

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras em Abril 27, 2009 por Diandra Fernandes

Não pense que porque “todo mundo” no Brasil atrasa que isso valida o chegar atrasado. Não valida, não. Chegar atrasado a qualquer compromisso é no mínimo uma indelicadeza com quem fica te esperando. Além do que, no final das contas, o seu atraso atrasa todo o resto. Ou seja, acaba sendo indelicado com meio mundo. Então, respeite sempre os horários, no matter what. Um tempo de tolerância? Eu diria que jamais se deve chegar mais do que cinco minutos atrasado anywhere. Dez, então, vai. Mais do que isso, é sacanagem.

E não me venha dizer que o caos urbano é o culpado porque o real responsável pelos seus atrasos é só um: sua inabilidade de lidar com a sua agenda e com o seu tempo e de planejá-los adequadamente. Com eles e com toda a parafernália tecnológica de hoje em dia como a internet, o rádio, a TV e cia  que permitem a você ficar por dentro de certos imprevistos e calcular melhor o seu timing, caso seja necessário. Portanto, invista energia em aprender melhor a lidar com os seus shortcomings neste quesito ao invés de ficar desperdiçando a sua imaginação num vasto repertório de desculpas possíveis para cada atraso, que jamais chegará atrasado.

E falo isso porque eu sempre cumpro os meus horários e sei muito bem que isso é possível sim, basta uma dose de respeito para com os outros, profissionalismo (e aqui também está presente o saber lidar bem com os seus horários) e boa vontade que dá superpé.

E Diandra, quando alguém atrasa comigo, faço o quê? Passe um belo de um pito nele, oras. Não precisa ser brabão e nem grosseiro, mas deixe bem claro por A mais B que não gosta e nem tolera este tipo de atitude que diga-se, é sim altamente desrespeitosa. Aliás, é uma ótima deixar esta política de tolerância zero bem clara quando o assunto é atrasos se você presta algum serviço ou é dono de alguma empresa que presta serviço tanto para os seus funcionários quanto para os seus clientes. E não acolha e nem acomode os atrasos de ninguém. Atrasou, que pague por isso. Lembrando que razão pra tudo há, mas nem sempre, ou melhor muito frequentemente não vingam como uma desculpa aceitável, não. Ou seja, razão não é necessariamente desculpa para um lapso destes.

Dito isso, também é outra indelicadeza ficar encaixando horários e atrasando a vida de outros clientes que marcaram horário e têm lá os seus próprios horários (nossa, quanto horário!) pra seguir e cumprir. E sim, isso é desrespeito do grosso com os seus clientes. Portanto, never do it. A não ser que de fato dê pra fazer sem prejudicar ninguém nessa.

E uma outra: se por acaso não puder ir a algum compromisso marcado, ligue desmarcando e jamais assuma que o fato de você não aparecer já estará avisando que você não pôde ir. Portanto, ligue e avise. Deixar os outros esperando e não aparecer é tão indelicado quanto, ou até mais, do que um atraso.

Aliás, antes de marcar qualquer coisa é bom se informar de quanto tempo antes pode desmarcar, se não tem alguma cobrança e coisas do tipo. E cumpra the deadline. Aproveite a ligação para remarcar ou simplesmente deixe pra marcá-la num outro dia.

E se por algum acaso algo superinesperado, imprevisto mesmo acontecer no caminho e for te atrasar, ligue avisando e veja a possibilidade de ser atendido ou não, sem forçar a barra. Afinal imprevistos de fato (não aqueles gerados pela sua falta de habilidade em lidar com o tempo e distâncias) acontecem, mas não faça todo mundo pagar o pato junto com você.

Video Session: Tips para um perfeito wine and dine out

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras em Abril 16, 2009 por Diandra Fernandes

E as tips bem humoradas do pessoal da VideoJug você confere aqui.

Adianto que todas elas são valiosas e contam com o chegar na hora marcada ao restaurante (duh!), fazer reservas antecipadas e pedir uma mesa num local agradável e quiet, evitar certos tipos de comida que são o perigo, não cair na armadilha de pedir o vinho mais caro só pra fingir que entende do riscado (e muito menos naquela pra lá de manjada na hora de pagar a conta), não ficar dando ordens ao staff do restaurante e nem reclamar demais e em tom exagerado, dentre outras coisinhas que você saberá quais são ao assistir ao vídeo.

Por aí: Como consertar algumas gafes virtuais

Postado em Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí em Abril 5, 2009 por Diandra Fernandes

As dicas você encontra nesta matéria aqui. Mas antes, por lá tem um papo sobre como evitar dar certas mancadas (e recai naquela história de prestar toda a atenção no que se faz pra não fazer asneira) e depois é que vai falar sobre o como contornar uma gafe que foi cometida.

FYI: Se atenção não é bem o seu forte, ou costuma dar umas navegadas depois de tomar algumas latinhas de cerveja, saiba que o Gmail também criou a possibilidade Undo (aka botão de pânico), que dá uns 5 segundos para o mandante de e-mail se arrepender ou se dar conta que mandou o e-mail errado e/ou pra quem não devia. Acho 5 segundos muito pouco, mas vá lá. Pelo menos alguma coisa é.

Enfim, prudência e atenção é sempre bom na hora de vivenciar a sua vida online para não te colocar em enrascadas virtuais. Porque depois pra consertar… só mesmo na base do damage control.

A etiqueta da academia

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras em Abril 2, 2009 por Diandra Fernandes

Já que falei sobre a etiqueta da Yoga, nada mais justo do que expandir e traçar umas poucas linhas a respeito do melhor comportamento numa academia.

Bom, antes de mais nada é necessário respeitar horário e chegar na aula que for, na hora marcada e não 10, 20 minutos depois. Uns 5 minutinhos de atraso até vai, mas mais do que isso não é legal. E mesmo assim entre de fininho à francesa, sem atrapalhar ninguém e nem fazer nenhum big statement.

Celular só na base da urgência urgentíssima. Aula não é lugar pra bater papo furado ao telefone ou mesmo ao vivo é pra suar e queimar gordurinhas e não botar as fofocas em dia.  Portanto, deixe pra colocar o papo em dia depois da aula, na hora de tomar algum suquinho revitalizante.

Levar um paninho com álcool pra passar nos aparelhos antes e depois de usá-los pra limpar o suor é a melhor maneira de encarar os aparelhos numa academia. Assim você deixa o próprio limpo e pronto pra ser usado para o próximo marombeiro. E não demore mais da conta em cada um deles, pra não atrasar os outros malhadores. Faça a sua série and move. Sem papos furados.

Se for usar um MP whatever, não ouça música alto demais. Muitas vezes a academia é de fato barulhenta per se, aí o volume do seu acessório não vai importar tanto, mas se não for o caso, fique de olho na altura que escuta as músicas enquanto malha pra não obrigar ninguém a malhar ao som da sua soundtrack.

Vestiário não é banheiro da sua casa. É pra tomar banho rápido pra não deixar os outros esperando muito tempo. E por mais confortável que você esteja com o seu corpo, ande por ele com a toalha e não peladão da silva. Pelo simples fato de que você pode encarar nudez na boa, mas tem um monte de gente que não sente essa da mesma maneira.

E aqui você encontra mais dicas a respeito, porque acima eu dei um resumão dos pontos que eu acho relevante se ter em mente.

A etiqueta da Yoga

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras em Março 30, 2009 por Diandra Fernandes

E por falar em Yoga… É amigo, até ela tem lá a sua. E se for praticar, anote:

  • Desligue o celular antes de entrar na sala de aula.
  • Se chegar atrasado não entre se a aula já tiver começado há mais de 10 minutos.
  • Numa aula básica faça sempre as variações básicas das posturas, senão os novos alunos vão ficar confusos. Se for apropriado o professor vai pedir as versões mais avançadas, portanto, espere a sua deixa.
  • Antes da prática coma coisas leves em quantidades pequenas.
  • Não beba água durante a prática. Beba um pouco antes e depois.
  • Se for sua primeira aula, avise o instrutor.

Got that?

Fonte: Boa Forma.

Just for fun: Quer saber quais são as canções mais pedidas quando o assunto é a primeira dança do novo casal?

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Just for Fun! em Fevereiro 13, 2009 por Diandra Fernandes

É claro que eu estou falando da primeira dança do mais novo casal 20 na praça na sua festa de casamento, né? E a pesquisa foi realizada nos EUA e o resultado você confere aqui.

Da lista eu definitivamente escolheria “Our love is here to stay”, porque é das antigas e tem tudo a ver com uma primeira dança de um casal in love.

E se estiver precisando de inspiração… já sabe aonde olhar.

wedsongs

E já que o assunto é música em casamento… se quiserem os meus dois centavos a respeito… é óbvio que é uma ótima incluir músicas que tenham a ver com a história de vocês, afinal foi com a trilha em questão que a história de vocês culminou naquele momento. Fair and beautiful enough. Agora, também é uma boa pensar que casamento é uma festa que inclui gente de todas as idades, de todas as gerações, desde crianças e jovens até gente mais velha e idosos, ou melhor da boa idade e nada melhor do que ser um bom anfitrião nesta hora e escolher uma trilha onde todo mundo vai poder se divertir democraticamente. 

E qual seria este tipo de música? Que tal a música que toca em Cruzeiros? Não estes que jovens com meio cérebro (se muito) vão pra detonar as suas dependências e parte do cérebro restante e sim aqueles que tem um pouco de todas as gerações nos seus decks. Geralmente o que toca por lá são músicas top hits de décadas passadas que marcaram época de alguma maneira. Do tipo que não importa o país, nem a língua falada, todo mundo sabe cantar (à sua maneira) e sabe as coreografias caso aja alguma.

E antes que me entendam errado… não pense que funk will do it, porque não vai mesmo. Pense em algo mais classy. Porque assim, até a vó e o vô vão dar os seus passinhos on the dance floor. E vamos combinar? Não tem termômetro melhor pra saber se a sua festa de casamento bombou ou não do que ver a grande maioria dos seus convidados se divertindo adoidado na pista de dança, né?

E ainda sobre pedidos de casamento…

Postado em Comportamento, Etiqueta e Boas Maneiras, Por Aí, Romântico sim por que não? em Fevereiro 10, 2009 por Diandra Fernandes

Tem as sugestões da Askmen que contam com:

  • Fazer um vídeo pessoal pra ela com um pedido de casamento no fim e assistir com ela o próprio.
  • Se ela curte esportes radicais ou aventura, bole um salto de paraquedas (tá certo segundo a nova ortografia?) e proponha no ar (uhuuu!).
  • No meio de um voo (esse eu sei que está) comercial, tendo o piloto como o fazedor do pedido.
  • Passando por uma estrada e vendo um billboard com o pedido.
  • Durante a passionate love making session. Só tenha certza de que foi algo pensado e planejado e não side effect de um super orgasmo.

Pra conferir as outras, passe por lá.

E por lá, tem ainda umas regrinhas de bom senso pra se levar em conta na hora de elaborar o pedido. Não acho que seja necessário informar aos pais dela antes, mas se o relacionamento de vocês for bom e amigável, aí sim fica até fofo. Agora, eu também acho lindinho pedir a mão pro pai da noiva antes… principalmente se ele for do tipo brabão. Superhot!