Igualdade monetária aonde exatamente?
Na Finlândia ou Suécia talvez, mas aqui… not even close. Não acredita? Então dê uma passadinha aqui e check it out. Passadinha mandatória, principalmente para aqueles que acham que rachar a conta is fair and square. Fair and square, my ass. Só mesmo na conta daqueles espertinhos que invocam esta tal da igualdade quando somente lhes é conveniente, eu diria que é.
E quando ela de fato e de direito se instalar, aí a gente conversa… até lá, podem continuar pagando a conta. E sem reclamar. Mesmo porque fair and square, mesmo quando a gente não paga continha alguma, o que nós investimos de grana no relacionamento é muito mais do que o que vocês gastam com a gente. Muito mais… do tipo que daria fácil, fácil para jantar duas vezes por mês no Antiquarius por sua conta… E essa conta eu aposto que vocês nem pensam em rachar, né não?
E tem ainda este outro papinho sobre “igualdade”, ou melhor a não igualdade no trabalho doméstico que também é bem reveladora…
Igualdade de direitos em quê exatamente, pergunto eu? De ser trouxa?
Janeiro 30, 2009 às 1:26 pm
Concordo, realmente há uma grande diferença, porém não podemos generalizar. Existem no Brasil empresas que não fazem distinção de sexo para salarios altos. E quanto ao serviço doméstico também não se pode generalizar. Em casa somos 3 homens e 2 mulheres, e todos fazemos os serviços em casa, até porque a unica que não trabalha fora é minha irmã.
O Brasil tem tudo pra se tornar um país justo… basta mais conscientização dos próprios cidadãos.
Janeiro 30, 2009 às 1:30 pm
ops esqueci…
Quanto a pagar a conta… não tenho o costume acho que em comum acordo… não tem mal nenhum dividir até porque mta mulher hoje faz questão!
Janeiro 30, 2009 às 1:41 pm
Porque são todas supertrouxas… um dia they will learn the lesson…rs
I did.
XO
Janeiro 30, 2009 às 1:55 pm
Ao final da mesma materia está escrito que a diferença entre a participação política de homens e mulheres no Brasil é avassaladora…
Vai generalizar também, Diandra? Porque eu posso fazer duas leituras:
1- Os partidos criam ‘barreiras’ internas para o crescimento das filiadas que participam da vida política, ou
2- As mulheres não estão nem aí pra vida política do país e estão mais preocupadas com pagar a conta do cabelereiro. E por isso não participam.
A primeira com certeza te interessa mais, mas pelo dado apresentado podemos inferir as duas.
Aprende a ler jornal. Estatística é a arte de torturar um número pra ele dizer o que você quer ouvir.
Janeiro 30, 2009 às 2:08 pm
Tiago,
Eu não preciso de estatísticas pra saber que num país machista ao cubo como o Brasil esta realidade de direitos iguais é tudo menos realidade. É história da Carochinha. E quem quiser acreditar nela que acredite. O problema com certeza não será meu.
XO
Janeiro 30, 2009 às 3:24 pm
oh ow… acho que pisaram no calo da Diandra =)
Não fui eu!! hehe
Janeiro 30, 2009 às 3:37 pm
Não tenho calo, não. Muito menos com o nome de trouxa nele. Been there, done that, now I know better.
XO
Janeiro 30, 2009 às 4:29 pm
Pois… não é tão diferente aqui (pt)… Acho que só me dei conta dessas diferenças quando vi as minhas irmãs e a vida que levam.
E quem nega isso nem sabe o quão “à parte” da realidade está. Diminuam esse offset e logo se conversa..
BTW, tiago, não é preciso fazer da ignorância uma lenda
Janeiro 30, 2009 às 9:35 pm
Eu não estou negando o machismo nacional. Ele realmente existe e é típico de culturas ibéricas.
Agora o que não pode é generalizar. No meu trabalho tem mulheres que realizam a mesma função que eu, entraram no mesmo mês e ganham 30% a mais.
Direitos iguais? You wish, Diandra. Vento que sopra lá, sopra cá.
No nosso país hoje existem ambos os tipos de diferenças. Agora querer justificar que os homens tem que pagar a conta porque elas gastam os tubos em salões de beleza??
Então se eu passar a ir no salão de beleza e gastar os tubos na Armani Exchange eu tenho o direito de rachar a conta?
Mulheres iriam ao salão de beleza mesmo que não existissem cromossomos XY no planeta.
I don’t buy that. (o povo aqui adora um termo em inglês)
Janeiro 31, 2009 às 11:45 am
Tiago,
Direitos iguais vão bem mais além do que um salário igual. Lembrando que na realidade, mulheres não ganham a mesma coisa que homem não. Há casos, mas são a exceção e não a regra. Eu até posso generalizar, porque essa é a realidade na sua maioria, mas vc é que não pode tomar por raras exceções isso como fato para dizer que há sim igualdade. Sempre há exceções pra tudo, tudo mesmo. E elas são extamente isso: exceções. Além do que, o machismo vai bem mais além do que o salário. E está em todos os níveis, o que de forma nenhuma nos dá direitos iguais e pra nada. O engraçado é que é só mesmo por essa é que os homens levantam a bandeira da igualdade de direitos. Pra todas as outras, necas. Pelo simples fato de que esta bandeira é a única que lhes é conveniente.
E dear, já que vc acha uma besteira essas coisas de mulher, sugere pra sua namorada ficar sem ir ao salão, sem fazer depilação toda semana, sem se cuidar, sem comprar lingerie especial pra vc, sem ser mulher. Ajude-a a economizar um trocado pra pagar melhor a conta do restaurante. Afinal, pra vc isso é totalmente superfluo não é? Além do que, com certeza vc não tira proveito de nada disso, não é mesmo?
XO
Janeiro 31, 2009 às 3:07 pm
Tiago… quase xará…
Não convém vir aqui no homens modernos reclamar dos cuidados
pessoais das mulheres… afinal, até mesmo nós homens modernos que somos, gastamos com salões, roupas, cosmeticos etc…
Como a Diandra falou, você tira e muito proveito disso, pq eu tenho certeza que você gosta das mulheres do jeito que elas são… eu odiaria ver mulher peluda andando por ai… eu odeio os meus proprio pêlos!
XO e nada mais!
Fevereiro 2, 2009 às 12:24 am
Thiago… quase xará…
em momento algum eu reclamei dos cuidados femininos com a aparência. São hiper bem quistos, lógico.
Mas pra mim o gasto com os cuidados pessoais nunca será justificativa pra pagamento de contas no restaurante.
Como você mesmo disse “até mesmo nós homens modernos que somos, gastamos com salões, roupas, cosmeticos etc… ” E aí? Como fica? Coloco esses na conta do restaurante também? Ou minha namorada não ‘tira proveito’ da academia, dos perfumes, da gasolina do carro, etc. etc. etc.
Eu sei que meu caso é uma exceção nesse país machista, mas o argumento da Diandra é totalmente leviano. E muito inapropriado num blog que se dirige justamente a homens (modernos) que sabem que numa relação o equilíbrio é tudo, até nas contas.
Soou mais como um desabafo ou catarse da autora.
(e antes que levem pro lado do recalque: não, eu não divido conta de restaurante, nem motel, nem nada. Pago tudo e com prazer.)
Diandra, gosto do blog por causa das dicas. E infelizmente esse post sucks.
Fevereiro 2, 2009 às 11:09 am
Tiago,
Os nossos cuidados são obrigação vinda de uma cultura machista que até hj não pegou leve nessa não (aliás, muito pelo contrário, nunca os homens cobraram tanto essa e fair and square, igualdade de direitos seria justamente isso: suavizar uma coisa de um lado e uma outra de outro, ou não? ou então manter ambas as cortesias intactas), mas pegou leve na rachada da conta. Os cuidados de vcs são uma opção, não uma obrigação. E os nossos com certeza custam bem mais caro do que o de vcs. E não entender isso só prova que além de serem machistas, os homens não têm absoluta noção do que é ser mulher. E ser homem moderno é entender exatamente isso que mulher é mulher e não homem e deveria ser tratada como tal dentre outras coisinhas e não dar uma de esperto a la machista latino-americano não, onde somente o que lhes interessa é lavado em conta. Isso de moderno não tem é nada. Muito pelo contrário.
XO
Agora, se vc advoga por uma coisa e não segue a sua cartilha, vc não acha que tem alguma coisa de errado nisso não?
Fevereiro 2, 2009 às 11:21 am
Eu fiquei pianinho porque o artigo soou mais como um desabafo do que como qualquer coisa.
Argumentar contra ou a favor, bradar opiniões formadas e cuspir estatisficas não vai surtir em nada.
Alguem vai fazer alguma coisa pra situação mudar? Necas…
Miopia social é uma merda…
Fevereiro 2, 2009 às 11:30 am
Jr,
Vc tem toda razão, e era mesmo. Porque na verdade ele foi um puxão de orelha nas mulheres que caem nessa bradando de modernas sem notar que é uma atitude por si só das mais machistas pois estão validando algo que favorece somente aos homens e não nós mulheres e uma atitude destas não faz absolutamente nada pra mudar a nossa situação, só dá desculpa mesmo pra certos homens de fato acharem que hj em dia a mulher está em pé de igualdade como os homens. O que não é verdade.
Mesmo porque pra mim esta história de pagar a conta tem muito mais a ver com uma gentileza, uma cortesia masculina que aliás, é uma das poucas que restaram deste pacote, do que igualdade monetária ou de afazeres domésticos. É que tem muita gente por aí que usa isso como validação pra esta atitude, esquecendo de que a coisa não é bem assim.
XO
E agora, I have to go, porque tenho férias pra curtir!
Fevereiro 5, 2009 às 3:36 pm
Diandra,
não, não tem nada de errado com a minha cartliha. Eu só achei leviano o teu argumento. Que por sinal melhorou muito depois de 14 respostas.
É como você bem disse agora. É pra ser encarado como uma gentileza, um cavalheirismo. E faz bem.
Agora se algum dia num encontro alguém vier com esse teu argumento esdrúxulo pra cima de mim, eu até pago a conta, mas não convido nunca mais pra sair. Ever.
E boas férias.
Fevereiro 6, 2009 às 10:49 am
Diandra,
realmente, saber escrever é tudo. Se isso não foi uma argumentação, melhor ainda.
“até lá, (os homens) podem continuar pagando a conta.”
“porque fair and square, mesmo quando a gente não paga continha alguma, o que nós investimos de grana no relacionamento é muito mais do que o que vocês gastam com a gente.”
De fato, nenhuma argumentação.
Eu leio, leio bastante o teu blog. As dicas. Especialmente as copiadas das revistas de fora. Poupam um trabalhão.
E como você também lê bastante, segue uma dica de livro:
http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/135489/
See ya.
Fevereiro 7, 2009 às 12:08 pm
Tiago,
Se o Jr entendeu o espírito da coisa, o problema não foi de quem escreveu, foi de quem leu. É aquela história, cada um entende como quer ou pode.
XO
E só para deixar bem claro, já que nem sempre as pessoas conseguem alcançar o espírito da coisa: eu estava sendo bem sarcástica no meu comentário sublinhado por vc, dear. Bem sarcástica. E se vc colocar uma dose dele ao ler, you might get the point.
Or maybe not. C’est la vie.
Fevereiro 7, 2009 às 7:06 pm
Diandra,
pois é. É tão bom quando a gente aceita o fato que um texto pode ter diversas leituras e não só a de quem escreve.
Melhor ainda quando a gente tem humildade pra aceitar esse fato.
Dou a discussão por encerrada. Tenho certeza que você tem coisas bem melhores pra fazer nas suas férias. Or maybe not.
A dica do livro continua. C’est tout.
Fevereiro 7, 2009 às 10:50 pm
Tiago,
Se vc tivesse humildemente aceito que o meu texto pudesse ter maneiras e maneiras de ser interpretado e não somente a sua, não estaríamos aqui nessa discussão certo, meu caro? E vc não teria lá no seu primeiro post me chamado de estúpida por não saber ler estatísticas ou o que o texto em questão tinha de conteúdo.
Então, na hora de escolher o que vai dizer faça uma boa avaliação antes pra não colocar por terra as suas tentativas de argumentar comigo porque se vc não notou até agora foi exatamente o que vc fez.
XO
Fevereiro 7, 2009 às 11:20 pm
Diandra,
Por acaso eu escrevi que você é estúpida ou te chamei de estúpida?
“É aquela história, cada um entende como quer ou pode.”
Agora se você entendeu isso e a carapuça serviu, é outra história…
Viu? Eu humildemente aceitei que meus textos podem ser lidos de diversas maneiras. Tenta. Você consegue também.
E como eu disse antes. It’s over, baby. Acabou. Não vou mais discutir esse tópico.
Seja humilde, controle seu ego de blogueira. Faz bem.
E, por favor, não coloque palavras na minha boca. É deselegante.
Fevereiro 7, 2009 às 11:35 pm
Tiago,
Vc me mandou aprender a ler jornal e isso pra mim é dizer que eu não sou lá muito inteligente na hora de fazê-lo portanto… Inclusive até uma outra pessoa falou a respeito disso.
E de novo, se vc controlasse o seu ego masculino, não estaríamos aqui, again. Portanto, antes de tentar dar lição de moral em alguém, avalie se de fato faz o que prega, porque se não faz, só vai te “descredibilizar” over and over again. Porque se cada um tem realmente o direito de entender textos como querem ou podem, então exatamente aonde que eu coloquei palavras na sua boca que não foram ditas? Eu simplesmente fiz a minha leitura que pode até não ter sido a sua, mas again, se vc tivesse humlidade de fato de entender que eu tenho direito à minha leitura das coisas, não teria dito o que disse, ou teria?
Portanto, again, preste atenção no que prega pra que o que feitiço não vire contra o feiticeiro.
XO
Fevereiro 7, 2009 às 11:54 pm
Diandra,
se tem alguem aqui tentando (e só tentando) dar lição de moral em alguém, sem sombra de dúvida é você.
Você pega um artigo pessimamente escrito pelo G1, generaliza, cria um argumento (e teima que não é um argumento), posta e não aceita que alguém possa interpretar de forma diferente.
E ainda retruca a todos os comentários levando para o lado pessoal (a resposta dos calos é exemplar). Atitude bem feminina, mas pouco condizente com a autora de um blog sobre estilo e etiqueta.
Descredibilizado eu? I don’t think so. É só reler tuas respostas que eu tenho mais certeza disso.
E numa boa? Não vou mais trocar farpas com você. Se você não tira férias, eu tenho fim de semana.
Good night and good luck.
Fevereiro 8, 2009 às 12:13 am
Tiago,
Só o fato de vc ter dado por encerrada a discussão duas vezes e voltado aqui quer dizer o quê? Que o que vc diz, se escreve por algum acaso?
Dear, eu dei uma resposta pessoal porque alguém antes levou pro lado pessoal dizendo que tinham pisado nos meus calos, meus calos, portanto quem tomou a situação por pessoal foi a pessoa quem escreveu essa e não eu. E honestamente nem lembro se foi vc ou o outro Tiago. Não importa.
E se relando as minhas respostas só te fazem ter certeza dos seus argumentos, meu amor, então de fato o problema não é meu, é puramente seu. Portanto, deal with it.
XO
Fevereiro 8, 2009 às 12:29 am
Diandra,
faz-me rir. “então exatamente aonde que eu coloquei palavras na sua boca que não foram ditas?”
Que tal aqui:
“…vc não teria lá no seu primeiro post me chamado de estúpida…”
Não é nem uma suposição. É uma afirmação. Você sabe diferenciar as duas coisas, certo?
Será que teu ego permite que essa seja a ultima resposta desse post?
Eu duvido.
Fevereiro 10, 2009 às 11:49 am
Tiago,
Ué, vc não disse que a discussão estava encerrada? Ah é, esqueci: o que vc diz definitvamente não se escreve. Why bother?
E se quiser aprender como se faz é bem simples: Basta dizer bye-bye!
And go!
Portanto, bye-bye dear!
XO
Fevereiro 10, 2009 às 12:04 pm
Diandra,
eu achei que estava. E se o que eu digo aqui não se escreve, porque você sempre volta pra reponder? Segue teu conselho: ‘why bother?’
Ou será que o que você diz também não se escreve?
Goodbye, honey.